É tão simples como isto. A arte tem o seu melhor reflexo espelhada na pele, nas formas dos rostos que se reformatam a cada canção, a cada sentimento e emoção. A expansividade do olhar, a pálpebra fechada para reconstrução da alma a cada nova música, o horizonte na iris ou a interiorização de um velho sentir agora na primeira pessoa e em cima de um palco. O Amplifest não é um festival como os outros, as bandas escolhidas não escolhem tendências, o publico fiel é mais que publico é parte da cerimónia do sentir o que é o Ampli.

Estes são alguns dos vossos rostos, alguns dos vossos sentimentos nos vossos rostos e olhares. São as AmpliFaces do AmpliFest’ 16.