Ele encomendava canções a “Mr. Tambourine Man”, agora é ele que as traz. E trá-las em ventos de folk, como figura emblemática de um género que ajudou a consolidar em tempos que corriam atribulados, particularmente durante a década de 60 e 70, e que floresceu enquanto um exímio escritor de canções. E não só.

Contador de estórias de acústicas nos braços, rapaz rebelde e irreverente que soma já 38 discos e 76 Primaveras, Bob Dylan foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 2016. Tornou-se num símbolo da música de intervenção e é reconhecido como um ícone incontornável, tanto da História da Música como da História do Homem.

O cantor, compositor e escritor norte-americano, que nos últimos três anos editou três discos – Shadows In The Night em 2015, Fallen Angels em 2016 e Triplicate em 2017 -, vem no próximo ano à capital para um concerto em nome próprio, depois de se ter estreado nos palcos portugueses em 1993 com um concerto no Coliseu do Porto e outro no Dramático de Cascais, e de ter passado também por Lisboa, na última vez que actuou em Portugal, na edição de 2008 do festival NOS Alive.

O espectáculo realiza-se na Altice Arena e os bilhetes serão colocados à venda já na próxima sexta-feira, dia 1 de Dezembro.