Os nova-iorquinos The Last Internationale de Delila Paz e Edgey Pires vieram a Lisboa trazer os ares de uma contra-cultura norte-americana, soprada sobre amanheceres folk, uma rebeldia punk com toques de blues e um garage rock anarquista que lhes forra os três registos de estúdio.

Amotinadores, condutores de um manifesto onde coabitam veias de contestação política e intervenção, Delila e Edgey agitaram a corrente de um Sabotage Club que se deixou levar pelas águas revoltas da sonoridade da banda, cuja última passagem por Portugal tinha acontecido no Vodafone Paredes de Coura, de 2016.