Com um carisma e uma sonoridade muito própria, Nadine Shah instituiu-se com um só disco como uma das compositoras mais distintas e incontornáveis da sua geração. Love Your Dum and Mad e a partilha de palcos com Depeche Mode e Bat For Lashes foram mais que suficientes para ser impossível não parar, escutar e ficar ao lado de Nadine. Passaram 3 anos desde o disco de estreia e ele ainda continua presente, poderoso e fresco como se fosse 2013. Abril e a Primavera de destroços humanos trazem novas canções e o novo disco da inglesa com uma costela de Paquistão e outra de Noruega. Fast Food sai no dia 6 pela Apollo Records.

Escrito em apenas dois meses, Fast Food é um reflexão sobre o mundo, obsessivo e obcecado pela gratificação instantânea e pessoal e a influência da condição desumanizada na galopante crise das relações humanas. A cada vez mais complicada possibilidade de manter histórias de amor verdadeiras e as suas novas definições de perfeição.

My favourite love stories are the unconventional ones. The ones that aren’t like rom-coms because those aren’t the real stories, that’s not how it actually happens. For years I had this romanticised ideal of what love would be. I thought it would be perfect and that I would always be someone’s first love but as you get older, people have been in love before. That’s a large part of what Fast Food is about, the sudden realisation that you’re never going to be anybody’s first love ever again.

Para já ficamos com um pequeno trailer de apresentação com excertos de vários temas presentes em Fast Food.

alec peterson sig