I’m not sure if I’d ever have dared to start a musical career if it wasn’t for the rush I got when I discovered one of Eno’s audio-visual installations at an art fair. It was called Quiet Club and the way sound and visuals interacted truly fascinated me.

Culpe-se Brian EnoQuiet Club por darem à luz Owlle, a nova futura estrela electro-pop francesa. Com o disco de estreia a chegar às lojas virtuais e menos virtuais esta semana, a menina estudante de artes debate-se no campo das electrónicas Grimes style ao mesmo tempo que se assume como uma contadora de histórias e uma eterna corredora atrás das possibilidades da experimentação de atmosferas antagónicas.

São melancolias e danças, são as canções e as histórias, é estilo e conteúdo, é Madonna e Lykke Li ambas na mesma pista de dança ao som de beats viciosos e palavras tristes. Já com remisturas feitas para nomes como Sia e Depeche Mode e vários palcos e festivais um pouco por todo, Owlle pode ter chegado para ficar… e logo ao primeiro disco.

alec peterson sig