E ao terceiro disco, Mike Hadreas lança a auto-análise para trás das costas, sendo a necessidade quasi terapêutica de contar as suas histórias substituída por uma exploração sonora interior arrojada e imprevisível, ou como o próprio Mike Perfume Genius Handreas o categoriza “an underlying rage that has slowly been growing since ten and has just begun to bubble up”.

Gravado por Adrian Utley dos Portishead e contando com a companhia mais que preciosa de John Parish em várias canções do disco, Too Bright é um passeio corajoso na corda do trapézio entre a sinceridade habitual mas agora escondida e uma carta aberta à experimentação. Os temas principais de Too Bright são a força e o poder, o tecido orgânico que liga todas as 11 lindíssimas e estranhas canções que fazem parte deste novo passo do menino de Seattle que diz que aprendeu a crescer “like I had woken some ancient beast which began to rattle and threaten to rise.”

Too Bright reluz a 22 de Setembro pela mão da sempre recomendável Matador Records.

Too Bright
i. I Decline
ii. Queen
iii. Fool
iv. No Good
v. My Body
vi. Don’t Let Them In
vii. Grid
viii. Longpig
ix. I’m a Mother
x. Too Bright
xi. All Along

alec peterson bigsig

 

 

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