Chegando fresquíssimo e com passos seguros, Keir é um assalto grandiloquente às capacidades acústicas dos mais incautos. A Crosstown Records aposta no seu single debutante “Probably”, onde se reúnem as influências mais diversas, aliás, como o próprio afirma:

Patti Smith & Gertrude Stein, Howlin’ Wolf & Edith Piaf, Aretha Franklin & James Sherwood. Frida Kahlo & Jacques Brel, Shirley Bassey & Tom Waits. Sister Rosetta Tharpe & William Burroughs, Anais Nin, Harmony Korine, Richard Brautigan…

Caminhando, com o apoio da BBC, entre o jazz, a soul, o r&b, o indie e a pop bem torneada a que a Britânia nos tem habituando, Keir introduz-se com uma letra bem esculpida em melodias confiantes, cheias e com laivos épicos que não descuram os ambientes mais soulful do rock. Provavelmente, algo assim como um hino a anunciar conquistas… É o que nos parece mais certo.