Numa demanda quase religiosa, Paredes de Coura tem em si cada vez mais uma geração nova, sedenta por confusão, saltos, gritos, mösh e crowdsurfing que procura nesse couraíso uma forma de sentir o que tem de sentir. Entre uma apatia ainda soalheira, até ao descarregar de energias, cria-se um pequeno reboliço, uma guerra aberta misturada com os excessos de pó que se levantam e tornam as luzes ruidosas e os pulmões aflitos. Por fim, sorrisos, choros de alegria, promessas de um dia voltar e contagens decrescentes para o próximo querido mês de Agosto.