É certo e sabido que o mercado norte-americano sempre foi uma espécie de Eldorado raramente atingível para a grande maioria das bandas inglesas, salvo poucas e lendárias excepções. Não é de estranhar, por isso, que os Stone Roses tenham demorado vinte anos a chegar ao palco do Madison Square Garden, e certo é que foram recebidos por 20.000 pessoas. Este regresso da banda de Ian Brown, John Squire, Mani e Reni está talhado realmente para ser um dos maiores comebacks da história.

Um alinhamento que atravessou a parca mas mítica carreira dos mancunianos foi desenhado a regra e esquadro para confirmar que os Roses voltaram para recuperar o que sempre foi seu, o trono da pop independente. Abrir um concerto com “I Wanna Be Adored” e acabar com “I Am The Ressurection” não pode ser coincidência e tem de ser observado com um simbolismo especial. Um alinhamento digno da realeza que passou por temas como “Elephant Stone”, “Sally Cinnamon”, “She Bangs The Drums”, “(Song for My) Sugar Spun Sister”, “Waterfall”, “Love Spreads”, “Breaking into Heaven”, “Elizabeth My Dear” e a nova “All For One”.

Aqui um longo olhar sobre o palco do Madison Square Garden.

Todas as imagens: PSquareMedia/Brooklyn Vegan

 

+ The Stone Roses

The Stone Roses: O regresso de um velho amigo