O Loving Day é uma data que poucos fora dos Estados Unidos terão muito presente e assinalado na agenda para celebrar mas é uma data que marca a decisão tomada em 1967 pelo Supremo Tribunal de Justiça norte-americano no caso Loving Vs Virginia. O caso envolvia Richard e Mildred Loving, presos por casamento interracial nos anos 50 e arrastou-se durante quase uma década terminando com uma decisão histórica por parte do Tribunal. A história foi transposta para o cinema em 2016 num filme protagonizado por Ruth Negga e Joel Edgerton, precisamente chamado Loving.

Sufjan Stevens, uma voz sempre presente para transformar o Amor com A grande e com A pequeno em arte, escreveu um ensaio para assinalar o dia e publicou na sua página oficial. Podem ler uma parte aqui em baixo e seguir para a totalidade aqui.

RuPaul says: “If you can’t love yourself, how the hell you gonna love somebody else?” Jesus said: “Love your neighbor as yourself.” Both suggest that self-love is what makes us human: you cannot love others without loving yourself. Which also means that we must cultivate love as a private and personal practice before we can extend love to others. To love yourself, you must know yourself. And to know yourself, you must love yourself. Love then is a sublime and universal understanding of self and of others. Love is a discipline of one’s own self-consciousness. Love is beautiful. Love is just. It must endure, it must evolve, it must expand, it must be born-again.

We have other very clear descriptions of love : “Love is patient, love is kind. It does not envy, it does not boast, it is not proud. It does not dishonor others, it is not self-seeking, it is not easily angered, it keeps no record of wrongs. Love does not delight in evil but rejoices with the truth. It always protects, always trusts, always hopes, always perseveres. Love never fails.”

Stevens tinha lançado dois novos temas no final de Maio de forma a celebrar o mês de Junho, mês de PRIDE LGBTQ.