Uma frenética janela temporal de 1m26s escancarada para o próximo disco dos rapazes de Chicago que tem lançamento previsto para o início do próximo ano, ainda sem data e ainda sem nome. Tão infecciosa no seu punk rock quanto rápida e fugaz, os The Orwells provam com “Buddy” que há fórmulas que se repetem e não cansam. E que a rebeldia, aquela que marca as suas prestações ao vivo, não se mede aos segundos.

“Buddy” põe termo ao hiato em que se encontrava a banda desde Disgraceland de 2014 e conserva o material lírico despretensioso tão próprio do género que representa, tão próprio da juventude e daqueles que teimam em não ceder à cinzentude dos tempos. O rock pelo rock, e tão bom que é.